quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ir a Roma e... ver o Papa!

A chegada ao hotel de Roma foi engraçada. O motorista nos deixou no local indicado, mas só depois que ele foi embora eu percebi que não tinha placa nenhuma com o nome do hotel. Estávamos diante de um prédio antigo (é óbvio, estávamos em Roma) com um restaurante ao lado. E só.

Andei até a esquina e nada. Perguntei a um taxista e ele disse que o endereço era aquele mesmo. O prédio é o vermelho no centro da foto abaixo... estranho!


Só quando olhei nos botões do porteiro eletrônico percebi que o nome do hotel estava ali, bem pequeno. Apertei o botão e uma voz bem baixinha deve ter dito "entrem", porque a porta se abriu. Lá dentro, um corredor, assim:


Para chegar no quarto, no primeiro andar, escadas ou um micro-elevador. Descobrimos que é um hotel diferente. Não tem recepção, não tem mensageiro nem nada que pareça um hotel. Mas o quarto era bom e a vista da janela... ah, a vista... dê uma olhada:


A voz baixa do porteiro eletrônico era da Milena, dona do hotel e nossa recepcionista, mensageira e, se duvidar, a camareira também... Muito simpática, ela deu as instruções e as chaves. Se precisasse falar com ela, bastava usar o telefone no corredor. Ou seja, era praticamente um apartamento nosso em Roma, com direito a arrumação diária... interessante!

Detalhe: eu reservei esse hotel pelo site booking.com e não havia nenhuma informação a respeito de se tratar de um serviço diferente. Ainda bem que o quarto era bom, pois poderíamos muito facilmente ter caído numa roubada!

Passado o estranhamento inicial, depois de instalados, descemos para almoçar no restaurante ao lado. Eu sugeri que comêssemos algo leve, pois tínhamos uma reserva para o jantar de ano novo, afinal, era dia 31 de dezembro!

Algo leve? Itália? Os três com fome? Tá bom... Pedimos uma saladinha mista, um risoto, um talharim com frutos do mar e uma lasanha... Bem leve, né? Vinho da casa, é claro, e foi divino! Mas não foi leve, garanto!


Demos uma caminhada em toda volta do Coliseu, pra compensar...


E voltamos para o hotel. Desnecessário dizer que não fomos ao restaurante da reserva. Tentei avisar por telefone, mas ninguém atendeu. Mandei um email e espero que tenham lido... Optamos por um café ou um brinde num restaurante perto do hotel, afinal, tínhamos que brindar o fim de mais um ano e o início de outro!

É claro que todos os restaurantes estavam lotados, mas conseguimos uma mesa em um deles. Justamente por estarem tão lotados, o serviço foi péssimo. Pedimos só alguns aperitivos e um espumante (na Itália é prosecco!) e quase perdemos os fogos à meia-noite. Mas valeu o brinde!

Quase meia-noite e nos posicionamos perto do Coliseu para ver os fogos. Eu achei que não teria nada de muito especial, pois não há muita tradição de fogos na Europa. Mas fui brilhantemente surpreendido. Foi um show lindo de mais de 15 minutos de duração. As fotos não representam o que vimos, até porque, né... eu fiquei olhando o show e não fotografando...





Que venha 2012!

Para o dia 1º de janeiro, o programa era o motivador desta viagem: assistir a missa de Ano Novo celebrada pelo Papa na Basílica de São Pedro. Como a missa começaria às 9h30 da manhã, programei sairmos do hotel às 8 horas. Saímos atrasados às 8h20, esperamos uns 10 minutos por um taxi e o que nos levou parou no meio do caminho (diante de outros taxistas) dizendo que o horário dele tinha terminado e não podia nos levar até o destino... sem comentários!

Chegamos ao Vaticano, passamos pela inspeção de segurança e ainda conseguimos um bom lugar, mais ou menos no meio da igreja.



A missa foi emocionante e minha mãe pode ver o Papa bem pertinho, na entrada e na saída dele pelo corredor central.



Ao término da missa saímos admirando a basílica, que por si só já é uma obra de arte. Na praça esperamos a bênção tradicional, dada pelo Papa inclusive em português.



Missão cumprida! O que vier agora é lucro! ;-)



Saímos caminhando à procura de um café pois saímos do hotel sem comer nada (o café seria servido somente a partir das 9h, por ser domingo de ano novo... falei que o hotel era diferente, não falei?).

Acabamos entrando num "bandeijão à italiana" daqueles que certamente existem para atender as multidões que se aglomeram na praça de São Pedro em festividades como esta. Não foi uma grande experiência gastronômica, mas ficamos alimentados.

Para fechar o dia, pegamos ali mesmo um ônibus turístico. Como estava muito frio, ficamos na parte de baixo do ônibus e isso tira um pouco do brilho do passeio, mas dá uma ideia dos atrativos turísticos da cidade. Descemos na parada do Coliseu, para o merecido descanso...



Apenas eu saí um pouco mais tarde para comprar nossas passagens de trem para a próxima fase da viagem. Peguei o metrô e desci na própria estação de trem, onde comprei as passagens e alguns produtinhos (vinho, queijos, pão, presunto cru, pasta de alcachofras... coisas básicas...) para o jantar à moda "piquenique no quarto".



E assim foram os dois primeiros dias em Roma!
O dia seguinte eu conto no próximo post!

(Quer ler outras postagens sobre Reveillon? Tem Eurodisney em 2011, Ushuaia em 2010 e Toronto em 2009!)

Até!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sempre Paris!

A viagem a Paris, desta vez, foi diferente. É a primeira em que venho aqui com o objetivo de mostrar a cidade para alguém: minha mãe e minha irmã. E por ter minha mãe conosco, desde o inicio sabia que não poderia planejar o que é melhor na cidade, ou seja, "flanar" (leia-se 'andar sem rumo'). Isso porque minha mãe não agüentaria andar muito, é claro. Planejei, então, apenas um atrativo por dia. O que viesse além disso, era lucro! Logo que chegamos, depois de um breve descanso, saímos do hotel em busca de uma refeição com mais sabor do que a comida do avião. Caminhamos em direção ao Louvre e aproveitamos para fazer a primeira foto da viagem, logo na frente da pirâmide iluminada.

Entramos num pequeno restaurante próximo da Place Royale e acertamos em cheio! Omelette, confit de cannard e boeuf bourguignon... nada mais típico e saboroso! Voltamos ao hotel para dormir muito cedo - o cansaço da viagem era grande.

Dica #1 Para Viagem Com Idosos (PVCI): certifique-se que o hotel tem elevador até o andar do seu quarto, especialmente nas cidades antigas da Europa. Na reserva eu só perguntei de elevador e ele de fato existia, mas nos deram um quarto no ultimo piso, onde o elevador não chegava... era necessário subir ainda dois lances de escada... coisas de Europa!
A atracão do primeiro dia foi o Museu do Louvre. Saímos logo após o café e fomos caminhando.

Dica #2 PVCI (já decorou que essa sigla significa 'para viagem com idosos'?): use todos os recursos disponíveis para furar filas. No caso de Paris, o "Museum Pass" é essencial. Como de costume, a fila para entrar no Louvre era quilométrica... mas nós entramos direto pela passagem Richelieu!

Lá dentro, os tradicionais suspiros de encantamento e admiração, seja pela grandiosidade, pelas obras ou pela quantidade de gente! Fizemos apenas um circuito curto, procurando passar por todas as alas, não inteiras, mas vendo um pouquinho de cada. Esnobamos a Vênus de Milo e nem fomos vê-la.
Quanto à Mona Lisa, o tradicional e, na minha opinião, cômico aglomerado de pessoas se acotovelando para tirar uma foto do quadro. Sério!?! Tirar uma foto? Ainda se fosse pra tirar uma foto sua, ao lado do quadro, vá lá, mas foto do quadro tem bilhões espalhadas pelo mundo... tá... esse foi meu momento ranzinza. Já passou! Vejam fotos da visita:

Depois de quase três horas percorrendo o museu, encerramos a visita por falta de condições físicas... ;-) Voltamos ao hotel de metrô, deixamos minha mãe descansando e levei minha irmã para conhecer as Galerias Lafayette.

Detalhe: a decoração de Natal é de autoria do mesmo artista que fez a decoração do calçadão da XV, em Curitiba, patrocinado pela Copel... hehe... não podia perder a oportunidade do 'merchan'! Sem liquidações ou promoções, o passeio foi só pra ver mesmo. Compramos comidinhas para um piquenique no quarto e encerramos assim o primeiro dia!

O segundo dia foi destinado a passeios ao ar livre. De metrô, logo cedo fomos até o Trocadero para avistar o símbolo da cidade. Para mim, essa é a melhor maneira de mostra a Torre Eiffel para quem nunca a viu de perto: Chegue de metrô até a estação Trocadero, procure a saída para a praça de mesmo nome e... voilà! A torre aparece na sua frente com toda a majestade...

Depois, descemos até a base, mas não subimos. O Museum Pass não dá direito a furar aquela fila e também não fazíamos questão de enfrentar aquele vento lá em cima. Fica para a próxima!

Aqui mesmo no pé da torre pegamos um daqueles ônibus que fazem o tour pelas atracões da cidade. Já falei muito bem desses ônibus em outras cidades, mas o de Paris não foi legal. Talvez tenha sido falta de sorte, mas o motorista passava correndo pelos pontos principais e o sistema de áudio estava totalmente sem sincronia. Tudo isso, aliado ao frio congelante na parte superior nos deram um verdadeiro programa de índio. Não vou me perdoar jamais...

Se bem que até que elas estão com cara de quem tá gostando... :-)

Descemos na Opera Garnier, perto do nosso hotel e apagamos o passeio com um almoço delicioso no Cafe de Gramont, na esquina da rua do hotel, o que foi providencial, pois minha mãe clamava por um repouso!

Dica #3 PVCI: escolha um hotel em localização de fácil acesso para uma parada estratégica pelo menos uma vez durante o dia. Aliás, escolher bem a localização do hotel não é só pra isso, né? É essencial!

Enquanto minha mãe descansava para o programa que teríamos à noite, saí com minha irmã para bater pernas. Fomos até o Centro Georges Pompidou, que abriga, entre outras coisas, um maravilhoso museu de arte moderna. Outro lugar com fila imensa, mesmo a duas horas de fechar.

(Parêntesis: vou repetir uma frase do amigo Robson, que também viaja muito e recentemente observou que "o mundo parece que ficou lotado", ou seja, qualquer lugar que você for, fatalmente enfrentará filas.)

Mas o Museum Pass nos dá aquela sensação de superioridade ao entrar e olhar com cara de pena para as pessoas da fila... hehe...

Mesmo quem não gosta de arte moderna merece visitar esse lugar. A vista da cidade é maravilhosa!

Depois de passar rapidamente pela coleção que vai de Matisse a Picasso, voltamos ao hotel para logo sair de novo, desta vez com destino à Catedral de Notre Damme.

Pesquisando antes da viagem eu descobri um concerto de canto gregoriano realizado dentro da catedral. Como minha mãe gosta, achei que seria bom. E foi. Foi muito bom! Indescritível a sensação de ouvir canto gregoriano e música medieval dentro daquela igreja monumental. Foi assim que encerramos o segundo dia. Em êxtase!

O terceiro dia iniciou com o Museu D'Orsay, que já vale a visita se você só admirar a arquitetura do lugar, além, é claro, das obras de Monet e Van Gogh.

Depois partimos para Montmartre, no alto da colina...

Dica #4 PVCI: reserve uma parte do orçamento para usar em trajetos de táxi. Minha mãe certamente não conseguiria subir a pé até a Basílica de Sacre Coeur, mesmo usando o troller que percorre um pedaço do caminho. O táxi foi providencial!

Almoçamos num dos restaurantes de frente para a pequena praça onde artistas expõem quadros, fazem caricaturas - raramente parecidas com a 'vítima' - e vendem sua arte a preços parisienses, se é que me entendem...

O pitoresco ficou por conta do garçon, do tipo engraçado. Primeiro de tudo, chamou minha mãe de 'big boss', numa tentativa afrancesada de falar inglês dizendo que era ela que 'mandava' naquela mesa. Depois, não deixou eu pedir o que eu queria e disse que o outro prato era muito melhor. Sem saber impor minha vontade em francês, aceitei. Realmente era bom, mas ele tambem esqueceu de trazer a entrada e fez a maior confusão com outros brasileiros da mesa ao lado.
Mas como ele era muito bem humorado, acabamos rindo muito de tudo e o almoço foi dos mais divertidos. Terminou com ele embrulhando uns pãezinhos do couvert e dando para minha mãe levar como 'souvenir', já que ela tinha elogiado os pães... hilário! Para fechar o dia e a visita a Paris, minha irmã e eu demos mais umas pernadas. Passamos pelas vitrines de jóias "baratinhas" da Place Vendome...

...demos uma volta na roda gigante da Place de La Concorde...

...e comemos um crepe de nuttela na feira de artesanato (leia-se bugigangas) da Avenida Champs Élysées.


Acho que para três dias, foi uma bela visita. Missão cumprida!

Em breve, o post sobre a segunda parte da viagem: Roma!

Até! (Não esqueça de deixar seu comentário. É tão bom...)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Blogagem coletiva! Umas com tanto, outras com nada

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e  Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava "viu-tá-visto". Aí a conversa evoluiu e decidiram fazer também uma segunda lista - com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim,  a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.
Esse primeiro parágrafo é a introdução comum que todos os blogueiros usaram nessa #blogagemcoletiva. Para ler os outros posts do mesmo assunto, lá no final tem a lista dos blogs participantes. E, é claro, o JRviajando não podia ficar de fora. 
Ainda mais que esse é um assunto que sempre vem à cabeça quando visito uma nova cidade. Ou melhor, quando saio da cidade. A pergunta é inevitável: voltaria pra cá?


Eu vou me ater às cidades de fora do Brasil. Acho que voltaria para todas as cidades brasileiras que visitei... quer dizer.. não... tem algumas que não precisa... hehe...


Pois bem! Das "revisitáveis", a primeira cidade que me vem à cabeça é da época "pré-blog": Florença, na Itália. Eu a visitei na minha primeira viagem ao exterior, lá nos idos de 1994. Foi durante uma daquelas loucuras juvenis (que adorei fazer, mas não repetiria agora), quando, junto a um grupo de 12 formandos de engenharia, visitamos 11 países em 37 dias (!). De tudo o que visitei naquela maratona, Florença foi a cidade que ficou marcada como "eu quero voltar pra lá". Curiosamente, já voltei à Europa quatro vezes e nunca mais pisei em Florença. Coisas da vida... umas com tanto e utras com nada... ;-)


E tem aquelas cidades em que você vê, fica feliz por ter "cumprido aquela etapa", mas de cara tem a certeza que não precisa voltar. Ou ainda você percebe isso depois de um tempo. Às vezes parece que sempre vai dar vontade de voltar. Mas há cidades que vestem muito bem a carapuça do "viu-tá-visto". E as minhas são:
(Ah, se quiser saber das minhas experiências em cada cidade, basta clicar no nome delas... mas nem todas estão relatadas, desculpe...)


Milão
A vocação comercial da capital da moda e do design não me chama a atenção. Você tem que ver a Santa Ceia de Leonardo e assistir uma ópera no Teatro alla Scala. Mas não precisa voltar...
Acabo de voltar de uma viagem que começou por lá. Tem muitos atrativos e o povo é simpático. Mas não precisa ir duas vezes.

Oslo
Também estive lá recentemente. Talvez mereça uma revisita só para ver no que vai dar o monte de obras que invadiram a cidade. Mas fora isso, das capitais escandinavas Oslo foi pra mim a menos atraente.


Aqui o maior exemplo de que "pensando bem... a gente muda de idéia...". Digo isso porque quando escrevi o post sobre a cidade eu estava altamente animado e cheguei a escrever que Toronto é uma cidade para visitar muitas vezes (!). Tudo bem, pareço volúvel, eu sei, mas, ah... pensei melhor. Tenho dois amigos que moram lá e podem estranhar essa escolha. Mas realmente para visitar a cidade basta uma vez. É claro que há uma vida cultural agitada, excelentes museus, mas hoje o que me atrai para lá é realmente visitar os meus amigos. E isso eu faria em qualquer outra cidade em que eles estivessem!

Santiago
Vi, gostei, mas tá visto. Claro que tem restaurantes e vinícolas que não fui, mas não tenho vontade de voltar. E incluo na lista as próximas Viña del Mar e Valparaíso. Dificilmente eu vá passar uma temporada de veraneio por lá!


Caracas
Realmente não dá vontade de voltar. Até tem museus que merecem ser vistos, mas a cidade em si me causou má impressão. Só vale mesmo como passagem para Los Roques, no Caribe... ;-)


La Paz
Essa merece o "Troféu Viu-tá-visto" das minhas viagens. A Bolívia tem paisagens lindíssimas e lugares hipnotizantes. Mas sua capital é caótica e até meio assustadora. Pra ter uma idéia, nem achei as fotos que tirei de lá... sorry!


Agora as revisitáveis. E vá lá... ter vontade de voltar para um lugar é tudo que se espera de uma viagem, né não? Vamos à lista:


Ushuaia
Sim, eu quero voltar ao fim do mundo. O lugar é agradável, tranquilo, tem boa comida e um friozinho delicioso... (no verão, é claro!). Excelente para descansar. Talvez depois de uma nova visita eu me sinta satisfeito, mas hoje eu a classifico como cidade revisitável.

A cidade é tudo o que dizem. Bonita, elegante, simpática e vibrante. Alguns dias lá te farão bem feliz. E voltar sempre pode proporcionar novas experiências!

Veneza
Na última vez que estive lá descobri que caminhar sem rumo pelas ruas estreitas é uma diversão incrível. Quero voltar muitas vezes... pelo menos até saber andar da Praça de São Marcos à ponte de Rialto sem ler as placas... ;-)

Viena
Talvez a mais controversa das revisitáveis. Mas aquele ar "classudo" me encanta. E é um lugar maravilhoso para assistir a concertos e visitar museus.

Estocolmo
Estou ainda sob o efeito do encantamento que essa cidade impõe sobre seus visitantes. Quero voltar várias vezes e destrinchar cada uma de suas 14 ilhas.

Buenos Aires e Barcelona
A primeira tem a proximidade conosco como aliada, mas para mim é tal qual a segunda em termos de atratividade. Vida cultural e gastronômica intensa, povo acolhedor e constantes renovações nos atrativos turísticos as tornam eternas revisitáveis.



Paris
É a cidade que mais revisitei. Mesmo que fosse só de passagem, sempre dava tempo de uma caminhada sem rumo. E Paris é isso: a cidade onde flanar é a ordem. Andar sem rumo por lá é certeza de encontrar atrativos inusitados e sempre muito interessantes. Vi, revi, trevi e muitas vezes revisitarei! Afinal, sempre haverá Paris... (desculpe, esse clichê era inevitável nesse post!).

Londres
Como metrópole que se preze, tem atrativos suficientes para muitas e muitas visitas. Estive lá duas vezes e parece que ainda não vi nada. Além disso, está em constante renovação, sempre surpreendendo o mundo... Sem contar a preparação para as Olimpíadas do ano que vem... ai, ai.. que vontade que dá!

Nova Iorque
Vencedora do "Troféu Revisitável" das minhas viagens. Confesso que só estive uma vez, mas a vontade de voltar é quase incontrolável. Dispensa comentários. É revisitável e pronto!


E olha, faltou falar de Edimburgo (que eu voltaria!), Liubliana (também...), Liverpool, Cracóvia, Orlando (!)... ai, ai... pensando bem, quero voltar pra tudo!! ...rs... mas tem tanta cidade ainda pra visitar... é... a vida é assim... umas com tanto, outras com nada!


Até!


E agora, viaje nos blogs abaixo, informe-se, compare as impressões, enfim, divirta-se com os relatos sobre cidades, revisitáveis ou não, mas que nos fascinam por todo o mundo!
Blogs participantes da #blogagemcoletiva de 19 de julho de 2011 (outros podem entrar depois - confirme nos comentários):